A gente quer saúde, educação e arte

O “Museu dos povos da floresta” é a nova construção anunciada pelo governo do Acre, que vai ocupar o espaço do antigo prédio do Colégio Meta, no Centro. Depois do anúncio, muitas discussões foram geradas, principalmente nas redes sociais. O motivo? O gasto da reforma e implantação do museu, que pode chegar a 32 milhões.

O principal argumento da população que vai contra a obra gira em torno da falta de necessidade de um novo museu, já que a cidade possui vários lugares culturais abandonados e sem nenhum cuidado. No entanto, a Secretária de Turismo Rachel Moreira afirmou que também serão revitalizados outros 21 espaços.

Vale ressaltar que as áreas da educação, cultura, saúde e lazer possuem verbas direcionadas, ou seja, o dinheiro destinado à cultura deve ser investido na mesma. As críticas a esse tipo de investimento são comuns, tal qual comparar a construção de um museu com a de hospitais.

Enfim, um museu é tão importante para a cidade como o investimento em qualquer outra área. Se ocorrem problemas na saúde, segurança ou educação, significa que a verba destinada a esses setores não está sendo suficiente ou bem aplicada. Uma coisa há de ficar clara: a cultura acreana não pode deixar de ser incentivada por conta disso.